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24 de novembro de 2016

Trensurb em greve nessa Sexta-Feira

Do Canoas Bus

Greve paralisará os trens nessa sexta-feira

A greve programada para acontecer nessa Sexta-Feira (24) foi anunciada pela Trensurb e pelo Sindimêtro e diz respeito à PEC 241/55 que congela os gastos do governo por 20 anos.
Os trens funcionarão nos horários de pico, entre às 5:30 - 8:30 e 17:30 - 20:30.

20 de julho de 2016

Trensurb em greve nessa quinta-feira

Trens só circularão em horário de pico

Do Canoas Bus
Os metroviários estão em estado de greve há mais de duas semanas e decidiram pela paralisação do serviço nessa quinta-feira (20). Segundo a Trensurb haverá trens circulando no horário de pico das 5:30 a.m. às 8:30 a.m e das 5:30 p.m às 8:30 p.m.

Vicasa, Central e Real Rodovias vão garantir reforços nas linhas de ônibus para a capital, porém a melhor opção para não se atrasar é sair com bastante antecedência

21 de janeiro de 2016

Rodoviários realizam operação tartaruga em Porto Alegre

Porto Alegre, 21/01/2015


Manhã foi de reivindicações e transtornos na capital


Do Canoas Bus


A manhã dessa quinta feira não foi nada fácil para quem estava nos corredores de ônibus da Osvaldo Aranha, Farrapos e Assis Brasil em Porto Alegre, foi realizada a operação tartaruga que reduz drasticamente a velocidade dos ônibus no corredor a fim de reivindicar melhorias para a categoria dos rodoviários. A bola da vez é o dissídio que sai em Fevereiro, o sindicato solicitou aumento de 8% nos salários, R$0,50 nos vale alimentação e de R$21,00 para R$25,00 o vale refeição.

O dissídio ocorre em Fevereiro, e é uma das razões que faz com que as empresas tenham pressa para iniciar a operação da licitação, já que mesmo com o dissídio, o aumento da tarifa só poderá ser feito após o início das operações, que estava prevista para abril, mas deve ser adiantada.

O fim da operação ocorreu no final da manhã e não há previsão para nova manifestação.


28 de maio de 2015

Paralisações no transporte ocorrem nessa sexta feira 29 e ATUALIZAÇÃO DE MAIO (100 NOVAS FOTOS)

Rio Grande do Sul, 28/05/2015
Do Canoas Bus
Sexta será de transtornos em diversas cidades do Brasil.


Na região metropolitana de Porto Alegre o Trem vai PARAR! A Trensurb confirmou a paralisação dos metroviários, mesmo com multa, não é provável que o trem funcione mesmo em horários de pico.

Com isso, não haverá linhas de Integração, e os ônibus serão utilizados para viagem direta a Porto Alegre, o mesmo, com reforços, a VICASA deve suprir a demanda em Canoas, bem como Central, Real devem reforçar a operação entre os demais municípios do eixo norte da Região Metropolitana.

Ônibus das linhas municipais das cidades metropolitanas devem funcionar normalmente, já na capital a situação é por hora indefinida, com probabilidade real de paralisação.

15 de abril de 2015

Metroplan tem plano para diminuir efeito das paralisações no trem e carris

Porto Alegre, quarta - feiram 15/04/2015
Do Canoas Bus
Paralisação afetará CARRIS e Trensurb


Foto: Matheus Platiz
A Metroplan promete operação especial para essa quarta-feira 15/04, a operação que tem como objetivo amenizar a paralisação em empresas como Carris e Trensurb vai reforçar horários em empresas com linhas metropolitanas.

Fica como alternativa a passageiros da carris e trensurb linhas extras da VIAMÃO, EVEL, SOUL, VICASA, REAL, CENTRAL dentre outras empresas que devem aumentar horários.

14 de abril de 2015

Greve de funcionários públicos deve atingir usuários da CARRIS, Trensurb dentre outros serviços

Rio Grande do Sul
Do Canoas Bus
Greve de funcionários públicos deve atingir usuários da CARRIS, Trensurb dentre outros serviços

E dessa vez a greve não é só de ônibus ou trem, mas de vários serviços públicos, dentre eles o transporte em empresas publicas como a CARRIS e a TRENSURB,  além de hospitais e escolas estaduais. Esses serviços serão paralisados na quarta para reivindicações dos funcionários públicos.

8 de maio de 2014

Greve dos rodoviários de Florianópolis


Vans clandestinas fazem o transporte pelo dobro do valor da passagem

Do R7, com Estadão Conteúdo
Motoristas pedem reajuste salarialMARCELO BITTENCOURT/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
FONTE: R7

300 ÔNIBUS DEPREDADOS NO RIO DE JANEIRO


Informação foi divulgada pelo secretário de transportes, Alexandre Sansão.
Mais de 300 coletivos foram depredados pela manhã, segundo RioÔnibus.

Cristiane CardosoDo G1 Rio

Garagem da Redentor em Jacarepaguá lotada à tarde (Foto: Alexandre Durão / G1)Garagem da Redentor em Jacarepaguá lotada à tarde (Foto: Alexandre Durão / G1)
A Secretaria Municipal de Transportes montou um esquema especial de segurança e reforçou o patrulhamento da Guarda Municipal e da Polícia Militar na tarde desta quinta-feira (8) para garantir que os ônibus "sejam colocados nas ruas", como pediu o titular da pasta, Alexandre Sansão. De manhã, mais de 300 coletivos foram depredados e, por isso, as empresas teriam tirado os coletivos de circulação.
Pela manhã, apenas 30% da frota rodou pela cidade por conta da pressão de manifestantes que realizavam protestos em diversos pontos da capital fluminense.

De acordo com a PM, até as 16h, a Polícia Militar havia registrado dez pessoas feridas durante confrontos entre policiais e manifestantes. Seis rodoviários foram conduzidos a delegacias e depois liberados.
Para as atividades até o fim do dia, foi acionado um Plano de Operações para a Greve. Viaturas estão baseadas próximas garagens das empresas de ônibus. Policiais estão monitorando a Avenida Brasil em viaturas e sobre passarelas.
“A informação que tenho neste momento é que não está havendo mais pressão nas portas das garagens, então, estamos fazendo pressão para os consórcios voltarem rapidamente para as ruas. Os ônibus precisam voltar e a prefeitura está atuando em conjunto com a PM e a Guarda Municipal para coibir essa pressão dos manifestantes sobre os rodoviários que querem trabalhar”, declarou Sansão em torno de 14h.
O secretário reconheceu, no entanto, que os problemas no trânsito devem se repetir durante a tarde, mas afirmou que a polícia vai atuar para garantir a saída dos ônibus de suas garagens. “Vamos ter problemas, mas o plano é para que a tarde seja melhor do que a manhã.  A prefeitura e a PM estão agindo juntos para garantir a segurança desses trabalhadores nas ruas”, completou o secretário.
Ele afirmou ainda que o metrô trabalha em sua total capacidade e descartou aumentar a frota de táxis para solucionar o problema. "Não vai adiantar porque é uma massa grande de gente que depende de ônibus", concluiu.
Quebra-quebra nas garagens
Até 10h20, 325 coletivos tinham sido depredados. Segundo a empresa, o ponto mais crítico é no bairro de Senador Vasconcelos, na proximidade da garagem da Viação Jabour. Só desta firma, foram 67 coletivos quebrados até 11h20. Segundo Felipe Costa, coordenador de tráfego da empresa, esse número corresponde a aproximadamente 30% da frota da empresa e a perda pode chegar a R$ 180 mil."O maior prejuízo mesmo é ficar sem rodar, sem transportar", reclamou.
Outras empresas que tiveram grande número de veículos queimados ou apedrejados foram Vila Real e Redentor, com 20; Pavunense, com 16 e Real, com 15. Registrou dificuldades no transporte? Envie foto ao G1.
Pedra gigante foi arremessada em ônibus (Foto: Daniel Silveira/G1)Pedra gigante foi arremessada em ônibus (Foto: Daniel Silveira/G1)
FONTE: G1 R
J

7 de março de 2014

Ônibus da Trevo e VTC voltam a circular depois de 12 horas

Porto Alegre - 07/03/2014

Empresas que haviam parado pela manhã, voltam a operar normalmente.

Garagens são liberadas e ônibus voltam a circular em Porto Alegre

Portões foram abertos após negociação entre Brigada Militar e rodoviários

Garagens são liberadas e ônibus voltam a circular em Porto Alegre Carlos Macedo/Agencia RBS
Ônibus da Trevo voltam às ruas após abertura da garagemFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Após uma negociação entre o Batalhão de Choque da Brigada Militar e funcionários da VTC e da Trevo, os portões das garagens das empresas foram abertos e os ônibus voltaram a circular no final da tarde desta sexta-feira. A Justiça determinou no início da tarde a liberação das garagens de ônibus da Capital. Segundo a EPTC, toda a frota está nas ruas, mas o horário de pico se estenderá até as 20h para dar conta das longas filas que se formaram nas paradas de ônibus.

Os portões da VTC foram os primeiros a ser abertos, por volta das 16h40min desta sexta-feira. Alguns rodoviários decidiram não interromper a paralisação e outros se dirigiram para a garagem da empresa Trevo.
Às 17h, o efetivo da Brigada Militar e os oficiais de Justiça chegaram à garagem da Trevo para apresentar a documentação que diz que os rodoviários são obrigados a liberar os portões. Eles foram recebidos com a afirmação de que ninguém os obrigaria a voltar a trabalhar.
Após uma assembleia na garagem da empresa, os portões foram liberados. Os rodoviários que decidiram voltar às atividades foram hostilizados por alguns dos grevistas.
— Hoje decidimos por cumprir a ordem judicial, mas segunda-feira vamos parar novamente, inclusive com outras empresas da Capital — afirmou o diretor do Sindicato dos Rodoviários, Valdir Jacinto.
Jacinto explicou que o motivo da paralisação são os cinco dias de fevereiro, os dois dias de março e o vale-refeição descontados do salário dos rodoviários. Segundo ele, pela ordem judicial, as empresas deveriam esperar até 4 de abril para fazer o desconto destes dias. O advogado das empresas Trevo e VTC, Eduardo Travi, desmentiu a informação e disse que a Justiça autorizou que o desconto de 15 dias dos grevistas fosse feito em uma vez, mas que as empresas optaram por descontar dois dias a cada mês para não impactar tanto no salário dos funcionários.
Travi disse que a ordem judicial desta sexta-feira é perene e que se os rodoviários fizerem nova paralisação na segunda-feira, a Justiça poderá fazer prisões e indiciamentos.
Entre os tumultos que aconteceram no momento da abertura das garagens, um motorista da empresa Trevo foi detido durante meia hora dentro de um ônibus da Brigada Militar após se envolver em uma confusão com uma pedreste em frente à empresa. O vidro de um dos ônibus foi apedrejado após a sair da garagem da Trevo e teve que retornar à garagem.
Leia mais:
fonte: ZERO HORA

EPTC planeja novo remanejamento ônibus para amenizar impacto da paralisação

Cerca de 25 mil usuários de transporte público da zona sul de Porto Alegre devem voltar a ser afetados no final da tarde desta sexta-feira

Veículos dos demais consórcios de ônibus da Capital serão remanejados no final da tarde desta sexta-feira para amenizar o impacto da paralisação dos funcionários das empresas VTC e Trevo. Cerca de 25 mil usuários de transporte público que circulam na zona sul da Capital devem voltar a ser afetados pela greve no final do dia.
Segundo a EPTC, 326 ônibus não circularam nesta manhã. Veículos da Unibus e a Carris foram utilizados para suprir emergencialmente as necessidades dos usuários, medida deve ser repetida no horário de pico do final da tarde.
A assessoria de imprensa da EPTC recomenda aos passageiros afetados pela paralisação que usem alternativas como lotações, carona ou carro para voltar para casa.
A Brigada Militar recebeu nesta sexta-feira duas ações do Tribunal de Justiça (TJ) do Estado, que determinam a liberação das garagens da Trevo e VTC, em Porto Alegre, obstruídas desde o começo da manhã por rodoviários que não aceitam os descontos salariais pelos dias parados durante a greve da categoria em janeiro e fevereiro. Os documentos solicitam reforço policial.
As linhas afetadas*
Trevo
149 ICARAI
1491 ICARAI(ALTO TAQUARI)
171 PONTA GROSSA
1713 PONTA GROSSA até OTTO
1714 PONTA GROSSA/ESCOLA ODILA GAY
1715 PONTA GROSSA/ESCOLA LOUREIRO DA SILVA
173 CAMAQUA
176 SERRARIA (RODOVIARIA)
1761 SERRARIA / RODOVIARIA / VIA MENDES
177 MENINO DEUS
178 PRAIA DE BELAS
179 SERRARIA
1792 SERRARIA /OSVALDO CRUZ
180 DIARIO
184 JUCA BATISTA
1841 Juca Batista via Oswaldo Cruz
186 LIBERAL
187 PADRE REUS
1871 PADRE REUS / CORONEL MASSOT
188 ASSUNCAO
195 TV
244 SANTA TERESA
2441 SANTA TERESA/VIA MARIANO DE MA
280 OTTO/HPS
2801 OTTO HPS - SÁBADOS
2801 Otto HPS - DOM/ FERIADOS
2802 Otto HPS / III Perimetral
283 IPANEMA / CAVALHADA
2832 IPANEMA / CAVALHADA / CIRINO PRUNE
288 IPANEMA / MORRO ALTO
A88 ALIMENTADORA IMPERIAL PARQUE
C80 CIRCULAR ZONA SUL
M79 MADRUGADAO SERRARIA
R1 RAPIDA / JARDIM VILA NOVA
R5 RAPIDA PONTA GROSSA
R84 RÁPIDA JUCA BATISTA
VTC
165 - COHAB
250 - 1 DE MAIO
2542 - EMBRATEL / CANUDOS / ATE AZENHA
284 - BELEM VELHO (S.FRANCISCO)/RINCAO
262 - JARDIM VILA NOVA
263 - ORFANOTROFIO
271 - AMAPA
264 - PRADO
270 - GRUTINHA
282 - CRUZEIRO DO SUL
283 - IPANEMA / CAVALHADA
288 - IPANEMA / MORRO ALTO
* algumas não estão ausentes porque estão sendo cobertas pelo remanejo da Carris

fonte: Zero Hora

28 de fevereiro de 2014

Ônibus voltam a circular em Porto Alegre

Porto Alegre - 28/02/2014 - 12:50
 As empresas de ônibus que estavam com seus ônibus na garagens já estão nas ruas

A demissão por Justa causa de dois motoristas e um cobrador das empresas Trevo e Viação Teresópolis Cavalhada (VTC) provoca nova paralisação dos rodoviários na manhã desta sexta-feira em Porto Alegre. Manifestantes prometem voltar ao trabalho ao meio-dia e discutem a realização de operação-tartaruga nos corredores de ônibus.

Agora com os ônibus nas ruas, os trabalhadores disseram que se não forem readmitidos os funcionários demitidos, voltaram com a paralisação após o carnaval.

À tarde pode haver operação-tartaruga


Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS


Porto Alegre - 28/02/2014

Manifestação é realizada contra a demissão de motoristas e cobrador de duas empresas

A demissão por justa causa de dois motoristas e um cobrador das empresas Trevo e Viação Teresópolis Cavalhada (VTC) provoca nova paralisação dos rodoviários na manhã desta sexta-feira em Porto Alegre. Manifestantes prometem voltar ao trabalho ao meio-dia e discutem a realização de operação-tartaruga nos corredores de ônibus.

Leia maisManifestantes bloqueiam saída de ônibus em garagem da zona sul
À tarde pode ter operação-tartaruga, afirmam rodoviários paralisados em Porto Alegre Ronaldo Bernardi/Agencia RBSO cobrador Carlos Muller, do comando de greve da VTC, afirma que as demissões foram injustas. Segundo ele, a do motorista da VTC teria ocorrido por uma discussão com um fiscal devido à falta de condições de um veículo:

— Já as outras duas (de um cobrador e um motorista da Belém Novo) ocorreram sem justificativa. O cobrador, que é líder sindical, teve um atestado médico negado pela empresa. No período de greve, ele esteve doente e, como o plano estava suspenso, teve que procurar um médico particular.

Conforme Muller, o acordo coletivo da categoria dá preferência a atestados de médicos do plano de saúde da empresa, mas não restringe a procura por outros profissionais. O motorista da Belém Novo demitido, Cedenir Bernardi,  afirma que estava há sete meses na empresa e, apesar de ter a ficha limpa, foi desligado na última terça-feira.

O funcionário demitido após apresentar atestado é Jorge Adriano Braga Leite, cobrador e participante do comando de greve na empresa. Segundo ele, a empresa não aceitou o atestado que comprovaria a sua enfermidade, uma infecção respiratória. Ambos os trabalhadores alegam que as demissões têm relação com a greve da categoria realizada no início do mês e que durou cerca de 15 dias.

ContrapontoO consórcio STS se manifestou a respeito das três demissões alegando que os profissionais não apresentavam o perfil requerido pelas empresas. No caso do cobrador da Belém Novo, o funcionário teria sofrido três suspensões e uma advertência, o que justifica a demissão. Já o motorista, da mesma empresa, estaria em treinamento e foi reprovado. Ainda, o profissional da VTC teria tido o comportamento reprovado por usuários e agredido, verbalmente, um fiscal.

Confira nota na íntegra:
"Empresa Belém Novo
Foi demitido um cobrador que tinha um histórico de faltas não justificadas com frequência. 
O colaborador havia recebido três suspensões de 3 dias; uma de 2 dias e uma advertência por escrito, alertando sobre seu comportamento não responsável.
Ele folgou no último sábado e domingo Não veio trabalhar na segunda, comparecendo ao trabalho na terça à tarde com um atestado médico particular.
Na avaliação da empresa, um colaborador com esse perfil deveria ser demitido. Foi o que aconteceu na última quarta.
Além deste, trabalhador foi dispensado outro, com 7 meses de empresa, na última terça-feira. Ele atuava como garagista, estava fazendo treinamento para motorista e foi avaliado (pelo monitor) como ainda não apto para exercer a atividade. Esse colaborador já recebeu suas parcelas recisórias.
Viação Teresópolis Cavalhada – VTC
O colaborador foi demitido por não ter uma boa ficha disciplinar, com várias reclamações de usuários na EPTC. Na última quarta-feira ao encerrar seu turno, ofendeu seu superior com palavras de baixo calão. A empresa, não compactuando com esta atitude – somada ao seu histórico anterior – decidiu rescindir seu contrato de trabalho. Além disso, o referido não era grevista ou piqueteiro.
A empresa salienta que todos os seus colaboradores estavam no horário, hoje, para desempenhar seu trabalho. 
As empresas lamentam esta atitude ilegal e radical que só penaliza os trabalhadores que utilizam o transporte coletivo da Zona Sul de Porto Alegre.
"

Manifestação

Desde a madrugada, um grupo de manifestantes bloqueia a saída de ônibus da VTC, na Avenida Cavalhada, em Porto Alegre. O primeiro carro, que deveria ter saído por volta das 4h30min, não deixou a garagem. Duas garagens das empresas Viação Belém Novo, nos bairros Belém Novo e Vila Nova, também estão bloqueadas.
fonte: ZERO HORA

Empresa de ônibus VTC do STS de Porto Alegre tem seus ônibus na garagem

Manifestantes bloqueiam saída de ônibus em garagem da zona sul de Porto Alegre

O motivo seria a demissão de um funcionário na VTC, localizada na Avenida Cavalhada

Manifestantes bloqueiam saída de ônibus em garagem da zona sul de Porto Alegre Diogo Zanatta/Especial
Foto: Diogo Zanatta / Especial
Um grupo de manifestantes bloqueia a saída de ônibus da VTC, na Avenida Cavalhada, em Porto Alegre. O primeiro carro, que deveria ter saído por volta das 4h30min, não deixou a garagem.
Segundo Rodrigo Almeida, 33 anos, integrante da comissão de negociação e do comando de greve dos rodoviários, o motivo do protesto é a demissão de um funcionário da empresa. A previsão é que eles sigam no local até as 12h.
— Depois, eles (a empresa) têm 72 horas para nos dar um retorno (sobre a causa do desligamento e readmissão do funcionário). Senão, nós vamos parar totalmente — declarou Almeida.
Duas garagens das empresas Viação Belém Novo, nos bairros Belém Novo e Vila Nova, também estão bloqueadas.
ZERO HORA

11 de fevereiro de 2014

100% dos ônibus voltam a circular em Porto Alegre nessa terça-feira

 

Rodoviários continuam em estado de greve, mas recolocam frota nas ruas.
Categoria aguarda votação do dissídio coletivo no próximo dia 17.

Do G1 RS
De acordo com a EPTC, 100% da frota dos ônibus urbanos circulam nesta terça-feira (Foto: Gabriel Guidotti/Divulgação Carris)De acordo com a EPTC, 100% da frota dos ônibus urbanos circulam nesta terça-feira (Foto: Gabriel Guidotti/Divulgação Carris)
Os ônibus urbanos voltaram a circular em Porto Alegre nesta terça-feira (11), após 15 dias de paralisação total dos rodoviários. Em assembleia na noite de segunda-feira (10) a categoria recusou a última oferta das empresas de ônibus, mas se comprometeu a retornar ao trabalho com 100% da frota nas ruas. Apesar da volta dos coletivos, os funcionários continuam em estado de greve até a definição do valor do dissídio coletivo, que está marcado para ocorrer no próximo dia 17.
De acordo com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), 100% da frota da capital já está nas ruas nesta terça. Nenhuma garagem registrou problemas e os coletivos saem normalmente. No Consórcio Carris, um dos pontos de maior concentração de rodoviários durante a greve, os veículos deixaram o local com normalidade. Às 7h40, 299 ônibus da companhia já transitavam pelas avenidas da cidade.
Ainda segundo a EPTC, as lotações, utilizadas durante a greve com o valor reduzido de R$ 4, voltam a cobrar o preço original da tarifa, que é R$ 4,20. Os veículos também estão proibidos de levar passageiros em pé, como ocorreu durante os dias de paralisação dos ônibus. Vans escolares estão autorizadas a transportar apenas estudantes.
A decisão de recolocar as frotas na rua ocorreu após uma assembleia tensa no Ginásio Tesourinha, na noite de segunda-feira. Por uma margem apertada, os rodoviários decidiram não aceitar a última oferta das empresas de ônibus, apresentada durante uma reunião de mediação nesta manhã no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). O sindicato patronal ofereceu 7,5% de reajuste salarial e fim do banco de horas a partir de agosto, entre outros itens.
Com isso, os rodoviários manterão o estado de greve enquanto esperam que o TRT defina o valor do dissídio coletivo, em julgamento marcado para o dia 17. Com a volta da circulação dos ônibus, a categoria também vai pedir na Justiça a retirada do caráter ilegal da paralisação. A solicitação deve ocorrer nesta terça-feira (11).
Após paralisação de 15 dias, ônibus voltam a circular em Porto Alegre (Foto: Luiza Carneiro/ G1)Após paralisação de 15 dias, ônibus voltam a
circular em Porto Alegre (Foto: Luiza Carneiro/ G1)
“Negar o acordo e judicializar o dissídio vai compensar. Agora melhoram as expectativas, porque há possibilidade de novos avanços baseados em leis federais, como a participação nos lucros. Tínhamos menos de 70 itens de reivindicações e agora temos 117. Abriu um leque de possibilidades”, comentou Alceu Weber, um dos líderes do comando de greve.
O presidente da Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP) Luis Mario Magalhães recebeu a rejeição com frustação e perplexidade. Segundo ele, com a rejeição do acordo pela categoria, as empresas de coletivos urbanos ultrapassaram os limites que tinham se proposto para resolver a greve, e as negociações estão zeradas.
A assembleia
Desde o final da tarde, rodoviários já se encontravam nas imediações do Ginásio Tesourinha para a assembleia que decidiria o futuro da greve. A entrada no ginásio só foi autorizada mediante identificação dos trabalhadores, e longas filas se formaram no portão principal. Em frente ao ginásio, houve concentração de sindicalistas de outras categorias e movimentos sociais simpáticos à paralisação dos rodoviários.

Marcada para as 19h30, a assembleia só começou com mais de uma 1h de atraso, mas logo foi interrompida por uma falta de luz no Ginásio Tesourinha no momento em que Weber defendia a aceitação do acordo definido no TRT. Cerca de 20 minutos depois, Weber retomou o discurso e alertou que foi um erro entrar na ilegalidade e que seria um risco judicializar o dissídio. Nas arquibancadas, gritos de ordem defenderam a continuidade da paralisação. "Não tem história, é greve até a vitória", bradavam parte dos rodoviários.
Assembleia Rodoviários Porto Alegre (Foto: Estêvão Pires/G1)Rodoviários dão as costas para discurso da
direção do sindicato (Foto: Estêvão Pires/G1)
Enquanto isso, grevistas ligados à direção do Sindicato dos Rodoviários convocavam o público a votar pelo fim da paralisação. Quando um dos dirigentes da entidade discursou, no entanto, parte dos grevistas ficou de costas. Já a participação do rodoviário da Carris e sindicalista Maximiliano da Rocha, que pregou o não ao acordo, foi ovacionada pelos rodoviários contrários ao fim da greve. "Prefiro morrer lutando do que morrer ajoelhado", discursou. 

Terminados os discursos, a primeira votação foi pela aceitação ou não da propostas do sindicato patronal. A primeira contagem foi apertada e obrigou a convocação de uma segunda consulta, na qual os rodoviários foram divididos em dois lados do ginásio: os que eram favoráveis ao acordo ficaram de um lado e os que eram contrários, do outro. Após um momento de discussão e ânimos acirrados, venceu o não. 

Com isso, uma segunda votação ocorreu para definir se a categoria voltaria ao trabalho ainda em estado de greve. Desta vez, houve unanimidade no retorno de 100% da frota a partir desta terça-feira. Além de projetarem mais avanços nas reivindicações, os rodoviários acreditam que a retomada total dos serviços podem ajudar na compensação dos dias parados. "Para nós foi bom, porque o trabalhador escolheu assim", definiu o presidente do sindicato, Júlio Gamaliel.


Relembre a cronologia da greve
- 14 de janeiro
Em assembleia realizada no Ginásio Tesourinha, o Sindicato dos Rodoviários decide entrar em estado de greve. A categoria pediu reajuste salarial de 14%, aumento de R$ 4 no vale-alimentação e manutenção do subsídio do plano de saúde. O Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) ofereceu 5,56% de rejuste, a reposição da inflação.
- 15 e 16 de janeiro
Após declarar estado de greve, os rodoviários realizam "operações-tartaruga" nos principais corredores de ônibus da região central da cidade. Os veículos circulam com velocidade entre 30 km/h e 40km/h, provocando congestionamentos.
- 23 de janeiro
Em nova assembleia, os rodoviários votam pela greve. O início da paralisação é marcado para a segunda-feira seguinte, dia 27. Na sexta-feira (24), a categoria realiza uma nova operação-tartaruga e comunica o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) sobre a paralisação.
- 27 de janeiro
A greve começa com 436 ônibus dos 1.453 que circulam diariamente nas ruas da capital, o equivalente a 30% da frota. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) autoriza as lotações a transportar passageiros em pé. A Metroplan chega a anunciar a permissão para os ônibus metropolitanos pegarem passageiros dentro de Porto Alegre, mas muda de ideia antes da medida entrar em vigor. A prefeitura pede na Justiça o aumento da frota.
- 28 de janeiro
O prefeito José Fortunati diz que a greve é "combinada" entre rodoviários e empresários, mas os dois lados rebatem. A desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse, vice-presidente do TRT da 4ª Região, atende parcialmente o pedido da prefeitura e determina a circulação de 70% da frota nos horários de pico (das 5h30 às 8h30 e das 17h às 20h) e 30% nos demais horários, além de fixar multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento.
- 28 de janeiro
A primeira reunião de mediação entre rodoviários e sindicato patronal termina sem acordo no TRT. Após uma rápida deliberação com a categoria em frente ao prédio do TRT, o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Julio Gamaliel Pires, anuncia a retirada de 100% da frota de circulação. "Se 30% estava ruim, agora vai ser pior", diz.
- 29 de janeiro
O Sindicato das Empresas de Ônibus entra com ação judicial alegando “abusividade e ilegalidade” da greve dos rodoviários. O TRT aceita parcialmente o pedido e aumenta de R$ 50 mil para R$ 100 mil o valor da multa em caso de descumprimento.
- 30 de janeiro
Quase 150 ônibus voltam a circular em Porto Alegre, mas a frota é recolhida para as garagens após atos de vandalismo. Um acordo é assinado na segunda reunião de mediação no TRT: os rodoviários aceitam uma trégua de 12 dias na greve e prometem colocar 50% da frota nas ruas a partir desta sexta (31), além de levar para assembleia a proposta de retomar 100% da operação a partir de sábado (1º), enquanto o dissídio é negociado. O sindicato patronal oferece aumento de R$ 1 no vale-alimentação e suspensão temporária da cobrança de R$ 40 nos planos de saúde. Grupos de oposição à direção do sindicato dizem que não vão aceitar a proposta.
- 31 de janeiro
Apesar do acordo no TRT, a greve chega ao quinto dia sem nenhum ônibus nas ruas. A Justiça do Trabalho volta a declarar a ilegalidade da greve e a aplicar a multa de R$ 100 mil por dia de descumprimento. Em nova assembleia, os rodoviários decidem manter a greve geral.
- 1º de fevereiro
Mais ônibus que tentam sair para as ruas são depredados. A prefeitura anuncia a liberação para o transporte de passageiros em vans escolares para amenizar o impacto da greve.
- 2 de fevereiro
A prefeitura divulga as rotas das vans escolares, que já começam a circular pelas vias de Porto Alegre. O governador Tarso Genro diz que a Brigada Militar garantirá a segurança dos veículos de transporte alternativo, e Fortunati solicita uma nova reunião de mediação entre rodoviários e empresários para solucionar o impasse.
- 3 de fevereiro
Em nova reunião no TRT, as empresas oferecem reajuste salarial de 7,5%, aumento no valor do vale-refeição de R$ 16 para R$ 19 e redução no valor pago a título de co-participação no plano de saúde, de R$ 40 para R$ 10, a partir de março. Os rodoviários prometem levar a proposta para aprovação da categoria em nova assembleia.
- 4 de fevereiro
Em nova assembleia, os rodoviários rejeitam a proposta do sindicato patronal e mantêm a greve geral. O Seopa anuncia que vai descontar os dias parados dos trabalhadores e diz que estuda a possibilidade de fazer demissões por justa causa. Representantes das empresas não comparecem a uma nova tentativa de medição no TRT.
- 5 de fevereiro
A greve dos rodoviários de Porto Alegre completa 10 dias. Um novo ônibus que tentou sair da garagem é apedrejado, elevando para 46 o número de veículos danificados por atos de vandalismo desde o início da greve, segundo a prefeitura. Uma nova reunião de medição no TRT é marcada para a quinta-feira (6).
- 6 de fevereiro
Funcionários de empresas de ônibus da capital reclamam que não receberam valor integral dos salários referentes ao mês de janeiro. Seopa informou que ia descontar os dias paralisados, sendo a decisão “inegociável”. A quarta reunião de mediação no TRT acaba sem acordo e frota segue recolhida na cidade. Justiça nega pedido de passe livre por cinco dias na capital para retomar transporte público. TRT afirma que vai julgar processo sobre o dissídio dos rodoviários em 17 de fevereiro.
- 7 de fevereiro
Ônibus seguem sem circular em Porto Alegre. Prefeito José Fortunati confirma aumento da passagem para março. Metroplan e EPTC não chegam a acordo para que transporte metropolitano atenda usuários porto-alegrenses durante a greve dos rodoviários. Coletivos são novamente apedrejados na cidade. TRT nega pedido dos rodoviários, mantém ilegalidade da paralisação e proíbe piquetes nas saídas das garagens.
- 8 e 9 de fevereiro
Piquetes seguem impedindo a saída dos ônibus das garagens. Companhia Carris Porto-Alegrense (Carris) publica nota convocando os funcionários a retornarem ao trabalho nesta segunda-feira (10). Juíza do TRT cassa liminar que liberava uso de força policial, caso piquetes continuassem a impedir circulação dos coletivos.

fonte: G1

10 de fevereiro de 2014

GREVE NÃO ACABOU, mas rodoviários prometeram colocar ônibus nas ruas nessa terça-feira

Categoria votou acordo feito entre sindicato e empresas na manhã desta segunda-feira

O acordo entre grevistas e empresas, definido em reunião do Tribunal Regional do Trabalho na manhã desta segunda-feira, foi apresentada à categoria em assembleia. A proposta prevê o fim do banco de horas após a Copa do Mundo (com extinção gradual até 31 de julho), reajuste salarial de 7,5%vale-alimentação de R$ 19, manutenção do plano de saúde com desconto de R$ 10 no contracheque e alternativas ao corte no pagamento dos 15 dias parados — com compensação no próprio banco de horas ou desconto no salário (dois dias por mês).

A maioria dos rodoviários não aceitou a proposta, mas prometeu colocar os ônibus na rua na manhã desta terça-feira.

fonte: zero hora

8 de fevereiro de 2014

Grevistas decidem seguir em frente a garagens, mas sem bloquear saída de ônibus

Uma nova assembleia dos rodoviários de Porto Alegre foi marcada para segunda-feira

Felipe Daroit
felipe.daroit@rdgaucha.com.br
Grupo impede saída de coletivos na manhã deste sábado em Porto Alegre
Foto: Diogo Zanatta  / Especial
A decisão da Justiça que determinou o fim dos piquetes em frente às garagens de ônibus de Porto Alegre fez com que grevistas se reunissem durante toda a manhã deste sábado (08) para elaborar novas estratégias para a manutenção da paralisação dos rodoviários. Agora, o comando do movimento garante que as mobilizações em frente às empresas de ônibus serão mantidas. No entanto, não haverá bloqueios de saídas de coletivos como vinha ocorrendo.
De acordo com o delegado sindical do comando de greve Luis Afonso Martins, a orientação é de que os grevistas façam agora o convencimento dos demais colegas através de conversa.
"A orientação é essa. Claro que em 14 garagens é difícil ter uma unidade. Mas, o que passamos é para que os grevistas conversem a trabalhem com o convencimento dos colegas para que se juntem a nossa luta."
O comando de greve já ingressou com um recurso contra a decisão da Justiça que proíbe os piquetes na frente das garagens. Na tarde de hoje, no domingo e na segunda-feira, sindicalistas de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Fortaleza e Minais Gerais, além de outras cidades do interior do Rio Grande do Sul, chegam a Porto Alegre para se unir aos grevistas.
Embora o comando não revele as estratégias, uma possibilidade é o bloqueio dos principais acessos de Porto Alegre. Os rodoviários realizarão assembleia às 20h de segunda-feira.
Enquanto não há garantia de que todos os ônibus estejam nas ruas e os acordos sejam firmados, a EPTC mantém a liberação de vans escolares para amenizar os problemas da greve. Já o Comando de Policiamento da Capital irá definir na tarde deste sábado e no domingo como será a atuação na segunda-feira.
FONTE: http://gaucha.clicrbs.com.br/rs/noticia-aberta/grevistas-decidem-seguir-em-frente-a-garagens-mas-sem-bloquear-saida-de-onibus-75221.html

5 de fevereiro de 2014

Volta a pauta, Ônibus metropolitanos utilizados para o transporte urbano de Porto Alegre

Reunião debaterá uso de ônibus metropolitanos em Porto Alegre

Metroplan aponta que população de cidades da Região Metropolitana podem ser prejudicados


Reunião debaterá uso de ônibus metropolitanos em Porto Alegre Tadeu Vilani/Agencia RBS
Pelo décimo dia sem ônibus, passageiros enfrentaram filas para conseguir lotações e vansFoto: Tadeu Vilani / Agencia RBS
Uma reunião extraordinária, do Conselho Estadual de Transporte Metropolitano, trará uma pauta polêmica para debate: a autorização de embarque e desembarque de passageiros em Porto Alegre nos ônibus da Região Metropolitana.
Com greve, alguns veículos circulam com lugares vagos, que poderiam atender a demanda dentro da Capital. No entanto, o diretor de transportes Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), Marcus Damiani, diz que moradores do Lami, no extremo sul de Porto Alegre, já tem utilizado os ônibus de Itapuã, em Viamão, prejudicando os moradores.
— A população de Itapuã reclama que os ônibus estão lotados. Esta greve é um problema, precisamos debater muito bem esta decisão — comenta Damiani.
Marcada para as 9h, a reunião deve ter a presença de representantes de sindicatos, das empresas de ônibus e do governo.
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Reivindicações

A greve foi definida em assembleia da categoria no dia 23 de janeiro. Os rodoviários querem 14% de aumento, manutenção do plano de saúde, sem desconto no salário, e jornada diária de 6h. A única proposta aceita foi do vale-alimentação a R$ 19, cujo reajuste pedido era de de R$ 16 para R$ 20. Os demais itens da proposta patronal, com reajuste salarial de 7,5% e coparticipação financeira dos empregados a R$ 10 no plano de saúde, foram rejeitados.

fonte: zero hora