12 de outubro de 2013

Especial dianteiro vs traseiro

Qual você prefere? Qual você acha que é melhor para tais aplicações, mais custo beneficio, deixe seus comentários.

11 de outubro de 2013

ÔNIBUS NOVOS EM BREVE NA SOGAL

Boatos de que estão vindo novos ônibus não faltam, já tinha ouvido falar que viriam 10 novos ônibus, só não sabia se seria a quantia de fato, como podemos ver no site da prefeitura, como indicou um amigo anônimo no blog, é o plano da SMTM, e diz em baixo que a empresa já pediu os carros a Marcopolo, então logo devemos ter 10 carros novos, o que convenhamos é pouco, tendo em vista que temos 4 carros ano 2002 e 6 carros ano 2001 a serem retirados, o que dá um total de 10 carros, e como podem ampliar a frota como diz ali na foto abaixo? Fora que há 18 carros ano 2003 que também deveriam estar sendo retirados de circulação. O amigo anonimo ainda mencionou a possibilidade de vir articulados, eu acho muito difícil, quase impossível, mas vai saber. Aguardemos.

Passe Livre nesse SÁBADO, 12/10/2013

Haverá passe livre nesse sábado dia 12 em CANOAS, devido ao feriado. Canoas sedia o evento da EXPOAER, quando a base aérea abre as portas p/ a população, com uma grande festa anual. Linhas especiais levarão o público:






Sábado com passe livre e alterações no trânsito

Devido ao feriado do Dia da Criança, no sábado (12), haverá passe livre nas linhas de ônibus municipais de Canoas. Além disso, o sistema de transporte de passageiros vai operar com a tabela horária de domingo. Também haverá reforço de 18 ônibus e três linhas especiais. Confira abaixo.
Linha especial 1- Estação Fátima X ExpoAer X Fátima
Frota: 5 veículos
Horário de operação: das 9h às 16h
Frequência: a critério da fiscalização da SMTM
Roteiro: Cristóvão Colombo, Dom Pedro II, Barão do Rio Branco, Itália, Augusto Severo, Rua de Ligação, Tobias Barreto, Dom Pedro II, Padre Anchieta, Venâncio Aires, Osvaldo Cruz, Getúlio Vargas e Cristóvão Colombo.
Linha especial 2 - Centro X ExpoAer
Frota: 4 veículos
Horário de operação: das 9h às 16h
Frequência: a critério da fiscalização da SMTM
Roteiro: Victor Barreto, Domingos Martins, Getúlio Vargas, inconfidência, Santos Ferreira, acesso interno Baco.
Linha especial 3- ExpoAer X Centro
Frota: 18 veículos
Horário de operação: das 16h às 20h.
Frequência: a critério da fiscalização da SMTM
Roteiro: Augusto Severo, Rua de Ligação, Tobias Barreto, Dom Pedro II, Padre Anchieta, Getúlio Vargas, Inconfidência e Victor Barreto.
As linhas Nazário e Linha 1, terão os seus roteiros alterados, devendo no sentido centro/bairro, ingressar na Baco pelo acesso da Santos Ferreira.
A linha Indústria no sentido Centro X Bairro , terá seu roteiro alterado, devendo fazer o seguinte roteiro:farroupilha, Barão do Rio Branco, Itália.
Alterações no trânsito
Para garantir melhor organização dos veículos e segurança aos pedestres durante a EXPOAER 2013, no próximo sábado, 12, a Secretaria de Transportes e Mobilidade vai provocar alterações no trânsito no dia do evento.
Haverá mudança de sentido em algumas vias e interdição do fluxo de veículos em outras no entorno da Base Aérea de Canoas.
As vias interditadas são destinadas somente para acesso local e estacionamento de veículos.
Clique no mapa para ampliar:
uploads/tiny_mce/images/mapa_expoaer_550
Confira as alterações:
As ruas Farroupilha, Tamoio e Itália ficam restritas a circulação de ônibus.(Trecho compreendido da Mem de Sá até Alberto Bins).
A rua Augusto Severo (ÚNICA VIA DE ACESSO AO EVENTO) fica em mão única sentido oeste/leste da Venâncio Aires até a Base e a Tobias Barreto fica sentido único sentido leste/oeste da Base até rua Dom Pedro II.
Sofrem alterações de sentido também as vias Tomé de Souza e Padre Anchieta.
As alterações compreendem o horário das 08 h às 18h.

Crédito da notícia: Giliane Greff
canoas.rs.gov.br

Na melhor das hipóteses, metrô de Porto Alegre será inaugurado em 2020

A presidente Dilma Rousseff fará o anúncio da obra na manhã deste sábado, na capital gaúcha

Na melhor das hipóteses, metrô de Porto Alegre será inaugurado em 2020 Prefeitura de Porto Alegre/Reprodução
O metrô será uma produção conjunta de prefeitura, Estado e UniãoFoto: Prefeitura de Porto Alegre / Reprodução
Dilma Rousseff anuncia, neste sábado, em Porto Alegre, a obra do metrô — de novo. Em outubro de 2011, a presidente veio à cidade e prometeu 15 quilômetros de trilhos, a um custo de R$ 2,4 bilhões. A inauguração seria em 2017. Nesta manhã, ela repete o roteiro, mas apresenta uma versão do metrô que minguou em extensão (é 30% menor) e inflou em custo (vai sair pelo dobro). Na melhor das hipóteses, será inaugurada em 2020, pelo sucessor do seu sucessor.
É bem provável, a julgar pela complexidade do projeto e pelo histórico brasileiro de atrasos e estouros no orçamento, que a obra demore e custe mais do que o previsto. Para chegar lá, será necessário superar uma série de obstáculos.
Parceiro privado
Para fechar a conta dos R$ 4,8 bilhões necessários ao metrô, os governos municipal, federal e estadual previram investimento privado de R$ 1,3 bilhão — uma respeitável fatia de 27% do total. O desafio será montar um negócio capaz de gerar interessados em colocar essa quantia no projeto.
Segundo o secretário estadual de Planejamento, João Motta, a opção foi pela Parceria Público-Privada (PPP), na qual a empresa ou o consórcio que vencer a licitação vai construir e operar o metrô. Conforme o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, a empresa receberá uma espécie de concessão: cinco anos para construir o metrô e outros 25 para operá-lo. Ou seja, o retorno do investimento viria da tarifa e de possíveis repasses.
Uma questão que pode assustar investidores é o histórico de obras públicas em que o dinheiro anunciado não foi liberado ou em que uma mudança de governo implica uma redefinição de prioridades. Por esse motivo, o engenheiro Caetano Pinheiro, diretor-executivo do Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem (Sicepot), acredita que a atração de investidores dependerá das garantias que forem oferecidas nos editais:
— Vemos que o que tem inviabilizado as PPPs no país é a falta de um fundo garantidor. Uma PPP não pode ser como uma obra pública, que começa e para. O investidor vai assumir um custo muito grande e precisa de garantias.
Sintonia de governos
O metrô será uma produção conjunta de prefeitura, Estado e União — três entes que, nos últimos 15 anos, colecionaram discordâncias com relação ao projeto. Desta vez, o trio parece ter chegado a um acordo. A questão será manter a harmonia nos cinco anos de obra.
Já ficou acertado que a implantação vai ser feita por meio de uma parceria entre prefeitura e Estado, que devem formar uma nova empresa pública, inédita no RS, mas similar a outras que existem pelo país. Segundo o secretário estadual de Planejamento, João Motta, a tendência é de que o governador Tarso Genro e o prefeito José Fortunati façam hoje anúncios relacionados a essa parceria.
— Esse arranjo institucional ainda está em aberto, mas prefeitura e Estado devem estabelecer um prazo para defini-lo. A gestão não seria nem da EPTC, nem da Metroplan, mas de uma nova empresa pública, da qual o parceiro privado não fará parte — diz.
Durante a obra, a empresa seria a gestora da implantação. Na fase posterior, ficaria sob sua alçada a câmara de compensação tarifária de um sistema integrado de transporte metropolitano. Não está definido se participaria também da operação, ou ficaria apenas como fiscalizadora. Para viabilizar essa empresa, prefeitura e governo estadual precisam chegar a acordo sobre seu funcionamento e atribuições e enviar projetos de lei estabelecendo sua criação para Câmara Municipal e Assembleia. A meta é concluir esse processo até o fim de 2013.
Imóveis no caminho
Alvo frequente de batalhas judiciais que acabam por paralisar e atrasar obras públicas, as desapropriações de imóveis particulares serão um dos nós a desatar para que o metrô de Porto Alegre saia dentro do prazo e do custo previstos.
Na estimativa da obra, estão reservados R$ 195 milhões para as indenizações que deverão ser oferecidas a proprietários desalojados no caminho do metrô. O secretário municipal Urbano Schmitt, no entanto, admite que o valor pode necessitar de correção. Segundo ele, o cálculo foi feito pela Secretaria Municipal da Fazenda, com base na média de custo dos terrenos na área atingida. Schmitt sustenta que só com o resultado da nova Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) será possível saber quantos imóveis exatamente serão atingidos e de quanto será o impacto nos cofres.
— Temos de aguardar a PMI. O levantamento anterior está superado, porque o modelo vai ser diferente — afirma Urbano.
Para evitar que proprietários descontentes com o valor da indenização ingressem com ações na Justiça e barrem o andamento da construção, o secretário estadual de Planejamento, João Motta, afirma que será utilizado um modelo que vem dando certo em outros projetos.
— Vamos criar um escritório específico para a obra, uma mesa de negociação conjunta com o Judiciário, para facilitar as indenizações e evitar a judicialização — assegura.
Cofres vazios
O governo do Estado comprometeu-se a desembolsar R$ 1,08 bilhão. A prefeitura, outros R$ 690 milhões para a obra — sem contar outros R$ 700 milhões em custos extras, como as desapropriações. Mas ambos os cofres estão vazios. Pressionados por dificuldades financeiras, prefeito e governador terão de pedir empréstimos à Caixa Econômica Federal ou ao BNDES.
— A garantia de que isso vai acontecer é a decisão do governador de que a prioridade será o metrô. Será possível tomar o financiamento porque estamos repactuando com o governo federal a nossa capacidade de endividamento, o que deve estar fechado até o final do ano — diz João Motta.
O secretário estadual de Planejamento assegura que os financiamentos não serão empecilho no caminho do metrô porque os aportes do Estado e do município não serão necessários em um primeiro momento. O plano é começar a obra com o R$ 1,77 bilhão injetado por Brasília e também com o R$ 1,3 bilhão que viria do investidores privados.
— Não precisamos de recursos agora. Em 2014, o que vai acontecer são licitações e elaborações de projetos. No final do ano, quando começar a obra, não vamos precisar de todos os R$ 4,8 bilhões. O acordo é que os empréstimos, para não sobrecarregar nossas finanças, entrariam apenas no final da obra. Não vamos entrar na Caixa e no BNDES no mês que vem. Pode ser só daqui a dois ou três anos — afirma Motta.
Orçamento espichado
Antes mesmo de sair do papel, as obras do metrô de Porto Alegre já custam o dobro do previsto, saltando de R$ 2,4 bilhões, anunciados em 2011, para R$ 4,8 bilhões — apesar de um corte de 30% no traçado original. O desafio será que não passe desse valor. Não é tarefa fácil. Por falhas de planejamento e execução, impasses jurídicos e ambientais, tradicionalmente o custo das construções públicas se multiplica à medida que elas avançam. O exemplo das obras de mobilidade urbana em Porto Alegre para a Copa de 2014 é sintomático: entre 2010 e 2012, o custo subiu 65%, passando de R$ 515,7 milhões para R$ 851,5 milhões.
— Os projetos são otimistas e imaginam que tudo vai dar certo. Na hora da implantação, sempre sai mais caro e estoura o prazo. Não conheço obra em que não tenha sido assim — alerta João Fortini Albano, professor do Laboratório de Sistemas de Transportes da UFRGS.
Para o procurador Geraldo da Camino, do Ministério Público de Contas, a eficiência na concepção do modelo e no encadeamento das fases de execução é essencial:
— A capacitação técnica para a elaboração de anteprojetos, projetos básicos e orçamentos é primordial para não haver, posteriormente, aditivos contratuais que onerem indevidamente o Erário.
As suspeitas que cercam a construção do metrô de São Paulo reforçam a necessidade de fiscalização aos contratos em obras de grande porte: o Ministério Público investiga cerca de 90 aditivos.
Nova etapa de projeto
Mais de um ano depois de abrir o processo para que empresas e consórcios apresentassem Propostas de Manifestação de Interesse com projetos para o metrô, a prefeitura prepara-se para fazer tudo de novo.
Na primeira tentativa, os dois projetos apresentados foram descartados, um pelo alto custo e outro por não obedecer aos requisitos. O governo estimava a obra em R$ 2,4 bilhões, enquanto o consórcio Invepar/Odebrecht apresentou proposta por R$ 9,5 bilhões. A razão para o valor estratosférico, segundo a prefeitura, seria o projeto nababesco desenhado pelas empresas, no qual as estações tinham até quatro níveis de andares subterrâneos.
Mas também há indícios de que houve falha nas estimativas oficiais. Depois de cortar 30% do trajeto e simplificá-lo, o novo custo do metrô é o dobro do que o anunciado inicialmente. Segundo o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, a diferença deve-se a uma mudança no modelo de construção selecionado: antes, a opção era pelo cut and cover, com canteiros de obra a céu aberto, o que barateia o custo. Agora, a opção será pelo método shield, com escavações subterrâneas. Seja como for, a questão agora é que o novo PMI não tenha de ser engavetado mais uma vez em razão de estimativas equivocadas.
— Não jogamos fora a primeira PMI, apenas não aproveitamos. Só teríamos de pagar se fosse aproveitado, então não houve prejuízos. Nenhum trabalho se joga fora — avalia Schimitt.
Estouro no prazo
Uma das tradições brasileiras é jamais entregar uma obra dentro do prazo. Ciente das dificuldades, o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, nem sequer arrisca apresentar um cronograma. Mas pode-se afirmar que, se tudo der certo, não haverá metrô antes de 2020.
Segundo Schmitt, a prefeitura trabalha com etapas — e a próxima é o lançamento da Proposta de Manifestação de Interesse, na próxima semana, com 90 dias para as empresas apresentarem projetos. Depois vem a análise das propostas. Só posteriormente será aberta a licitação — usualmente acompanhada de embates judiciais.
O secretário estadual do Planejamento, João Motta, acredita que seria motivo de comemoração o início das obras no final de 2014.
— Gostaria de abrir o primeiro buraco no último dia de 2014, mas conseguir isso é uma engenharia complexa — afirma Motta.
Depois desse primeiro buraco, o contrato prevê cinco anos de execução. Na melhor das hipóteses, portanto, o metrô seria inaugurado em 2020.
Especialista em transportes, João Fortini Albano fez um levantamento sobre metrôs da América do Sul e constatou que o de construção mais lenta foi o de Salvador, com ritmo de um quilômetro por ano. Santiago (Chile) foi o mais veloz: três quilômetros por ano. Porto Alegre está a meio caminho: dois anuais.

ZERO HORa

10 de outubro de 2013

9 de outubro de 2013

NOVO TORINO, MAIS PERTO QUE NUNCA

Depois do lançamento do novo Mega Plus pela NEOBUS agora é a vez da Marcopolo lançar seu modelo novo, o New Torino vem aí, será lançado na VISATE de Caxias do Sul-RS, e terá 20 unidades inicialmente. Além do novo Torino, também será lançado o Novo Viale DD Sunny, PARA FOZ do Iguaçu-PR também com 20 unidades sobre chassi Volvo B215R.
Além desses lançamentos já confirmados, sem data oficial para o evento, a Marcopolo mais cedo ou mais tarde deve lançar o Novo VIALE, também conhecido como Gran Viale pela massa popular. Vejam as categorias, os modelos novos e os antigos na comparação:


Torino: NOVO                                                       ANTIGO


NOVO (GRAN) VIALE                                         (Gran) Viale


ANTIGO                                                   NOVO:  http://onibusbrasil.com/foto/2098639/


IMAGENS: AUTOBUSES; CANOAS BUS E MARCOPOLO

NOVOS VIAÇÃO DEZ, 85 AO 89 GRAN VIALE B7R E O-500U






7 de outubro de 2013

Marcopolo lança NOVO VIALE DD SUNNY

Foi visto e fotografado na Marcopolo em Caxias o novo Viale DD Sunny, o veículo tem traços do novo Torino e possivelmente com o novo Gran Viale, a primeira unidade vai para a cidade de Foz do Iguaçu. Existe a possibilidade de logo aparecer um em Poto Alegre, o 8503. Veja foto:
http://onibusbrasil.com/foto/2096713/

Passagem de ônibus fica R$ 0,10 mais barata em Viamão, RS

Horários e itinerários de algumas linhas também foram modificados.

Usuários estranharam e reclamaram na demora para fazer a baldeação.

Do G1 RS

As tarifas dos ônibus em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, estão mais baratas a partir desta segunda-feira (7). O preço passou de R$ 2,85 para R$ 2,75. Os usuários do cartão "Teu" podem fazer a integração sem pagar a segunda passagem.
Horários e itinerários de algumas linhas também foram modificados para melhorar o aproveitamento do sistema de integração, permitindo mais opções de horário no sentido de ida ou volta para seus bairros. Nesta manhã, usuários estranharam as mudanças e reclamaram na demora para fazer a baldeação.

- Florescente e São Tomé:
 Terão seus finais de linha na parada 42, junto à ERS 040. Os retornos às origens partirão do paradão no início da estrada da Branquinha.Veja alguns horários e itinerários que serão readequados em Viamão:

- Beco dos Cunha: Terá seu final de linha na parada 44, junto ao Pronto Atendimento 24 horas. Seu retorno à origem partirá da parada 44, sentido bairro-centro.
- Vila Elza: Terá seu final de linha na rua Farroupilha, próximo à parada 42. Seu retorno à origem partirá do mesmo terminal.
- Boa Vista e Capão da Porteira: As tabelas horárias das empresas Palmares e Vialeste sofrerão pequenos ajustes, destinados a evitar superposição de horários de ambas operadoras, de tal forma que a frequência fique com um espaçamento racionalizado. Alguns horários da linha Boa Vista e todas as linhas municipais da empresa Palmares terão seu terminal no Centro
.

5 de outubro de 2013

4334 RODANDO NA 433, O TESTE COM A CARA DE PORTO ALEGRE


VOLVO B290R, 4334 está rodando na 433 VILA JARDIM, linha da zona leste de Porto Alegre, o MEGA de teste porém está no exato padrão de Porto Alegre, e agora? Esperemos próximo capitulo.
Domingo foto da semana

OZELAME COMPRA MEGA BRT

A OZELAME, empresa da serra gaúcha possuía 2 articolados, agora adquiriu o 3º, um MEGA BRT, ex demonstração da NEOBUS, com portas dos 2 lados, VOLVO B12M, ano 2009. VEJAM A FOTO DO CARRO TIRADA EM 2010, agora está no pátio da neobus com a pintura da ozelame e prefixo 18019.
http://onibusbrasil.com/foto/1903172/

essa foto de baixo é minha em 2012 na SOUL

2 de outubro de 2013

Empresas retomam obras dos BRTs no próximo dia 10

Troca do piso das avenidas Protásio Alves e Bento Gonçalves foi liberada pelo TCE

Troca do piso das avenidas Protásio Alves e Bento Gonçalves foi liberada pelo TCE<br /><b>Crédito: </b> Anselmo Cunha/PMPA/Divulgação CP
Troca do piso das avenidas Protásio Alves e Bento Gonçalves foi liberada pelo TCE
Crédito: Anselmo Cunha/PMPA/Divulgação CP
A prefeitura de Porto Alegre informou, nesta quarta-feira, que as empresas contratadas retomam, no próximo dia 10, as obras nos corredores BRTs das avenidas Protásio Alves e Bento Gonçalves. O prazo é considerado necessário para remobilização de equipamentos e mão-de-obra. A decisão foi feita após Notificação de despacho, no dia 25/09, dos Conselheiros Relatores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS).

Conforme despacho, o entendimento da possibilidade de retenção unilateral dos valores diverge do juízo efetuado pelo Tribunal de Contas da União, conforme Acórdãos n.º 2784/2012 – 3241/2013. O secretário de Gestão, Urbano Schmitt, reforça a total transparência de todos os projetos que podem ser acompanhados através do site www.transparencia.com.br.

TCE confirmou que mais de R$ 1,2 milhão teriam sido cobrados indevidamente da Prefeitura de Porto Alegre por empresas que estão construindo os corredor de ônibus. As obras estão paradas porque duas das três empresas responsáveis pelo serviço não aceitaram a atitude da prefeitura de suspender as parcelas apontadas como excedentes.

Urbano Schmitt salienta, que esta primeira etapa é a mais difícil, ocasionando desconforto, pois estão sendo substituídos os pisos em asfalto por placas de concreto. “Estamos com cerca de 80% das obras concluídas nesta primeira fase, considerada a mais complicada. Com a retomada das obras pelas empresas, o novo piso dos corredores estará pronto em abril de 2014. Sendo assim, os atuais ônibus poderão trafegar normalmente, proporcionando mais conforto aos usuários do transporte coletivo”, destacou o secretário de Gestão.

A próxima etapa do projeto dos BRTs será a substituição das estações atuais, por estações fechadas e a construção de novos terminais. Os novos ônibus serão comprados pelas empresas que vencerem a licitação, que poderá acontecer ainda em 2014.
FONTE: estamos em obras/rbs

Obra da nova ponte do Guaíba deve começar em maio

02/10/2013

Publicação do edital de licitação está prevista para novembro

VISTA_3D_01O edital para a licitação da nova ponte do Guaíba deve ser publicado no mês de novembro. Com isso, a expectativa é de que a obra tenha início em maio ou junho de 2014. Os detalhes do anteprojeto, elaborado pela empresa Engevix Engenharia S/A, foram anunciados nesta quarta pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
Conforme o anteprojeto, ponte terá uma extensão de 7,3 quilômetros de obras de artes especiais e 28 metros de largura nos vãos principais. A pista contará com duas faixas de rolamento com acostamento e refúgio central. A obra será licitada por meio de Regime Diferenciado de Contratação (RDC).
Na última visita que fez ao Estado, a presidente Dilma Rousseff garantiu que irá encaminhar as gestões necessárias à construção da segunda ponte até o final deste ano.

NOVAS FOTOS FÁTIMA, VIDE AS 3 PINTURAS DA EMPRESA

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